- Dobradora manual de ferro para a construção civil.
- Sistema ajustável para equilibrar rodas de moto, utilizando o próprio eixo de cada roda.
- Descanço central amovível para Honda CBR 1000 RR.
- Quadro eléctrico portátil, trifásico, protector contra falta de fase, curtos-circuitos, sobrecargas e chegadas intempestivas de corrente.
- Sistema para teste de velas e bobines de igniçao.
- Aparelhos de musculação.
- Carrinho-liteira, transporta-tudo, escadas acima ou abaixo ou terreno plano.
sábado, 7 de março de 2009
Alguns modelos próprios, já construídos, de equipamentos já existentes anteriormente
Outras invenções já construídas
- Enrolador manual de molas (2 modelos)
- Desandador porta-caçonetes de precisão.
- "Wheelier": adaptação às bicicletas, para aprender a fazer cavalinhos.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Easy self lights for motocross bikes: SACALUZ


The easy sistem to extract electrical power for lights, without weakening ignition, maintaining the original generator and protecting it from overload at hight rpm.
For Honda CR;CRF250/450
Max. output=40W
For Yamaha YZ85/125/250/250F (after 1996): Max. electrical power=10W...14W For Yamaha YZ85/125/250/250F/426F/450F With rewinding of the generator, more engine power at low rpm. Max. electrical output=16W---26W
For Suzuki RM; RMZ: Max. output=45W
For Kawasaki KX125, KX450/250F: Max. output=16---20W
For KTM 450/250SX/SXF: Max. output= 30W
quarta-feira, 4 de março de 2009
Os escapes
Verifico que existem muitos automóveis e até autocarros com saída de escape apontada para o chão.
Por um lado, isso não evita que os gases se dispersem na atmosfera. Por outro, nas cidades, sopram constantemente do solo as poeiras nocivas resultantes do desgaste do ferodo dos travões --- quem é que ainda não reparou na porcaria preta que sai do nariz, ao assoar-se, principalmente se tiver que caminhar ou fazer qualquer outro tipo de esforço na via pública?
Além disso, em estradas poeirentas ou estaleiros de obras, será que não observamos também que, com o escape apontado para o chão, basta ligar o motor para ficarmos envolvidos numa nuvem de pó...?!
Por um lado, isso não evita que os gases se dispersem na atmosfera. Por outro, nas cidades, sopram constantemente do solo as poeiras nocivas resultantes do desgaste do ferodo dos travões --- quem é que ainda não reparou na porcaria preta que sai do nariz, ao assoar-se, principalmente se tiver que caminhar ou fazer qualquer outro tipo de esforço na via pública?
Além disso, em estradas poeirentas ou estaleiros de obras, será que não observamos também que, com o escape apontado para o chão, basta ligar o motor para ficarmos envolvidos numa nuvem de pó...?!
terça-feira, 3 de março de 2009
Energia do nada?
Estão sempre a aparecer gajos a querer atraír atenções com "milagres" e isso só serve para confundir e alienar a opinião pública das energias verdadeiramente alternativas.
Exemplo disso é a recorrente história do carro a água.
A água é o produto de uma combustão na qual, o oxigénio se combinou com o hidrogénio e foi libertada energia. Para voltar a separá-los é necessário devolver essa energia.
Logo, se não leva uma botija de hidrogénio no carro e faz mesmo lá a dissociação da água em estes dois componentes, está a consumir alguma forma de energia que podia ser utilizada directamente na locomoção e com menos perdas.
Por outro lado, se essa energia for utilizada em um local fixo, decompondo a água em oxigénio e hidrogénio, engarrafando cada qual (ou apenas o H, pois o O2, basta libertá-lo na atmosfera) no estado líquido, em botijas de alta pressão, evita-se ter que fabricar redundâncias de equipamentos e ter que transportá-los nos veículos. Garrafas de hidrogénio líquido já proporcionam uma boa autonomia a um carro e os postos de combustível que já disponibilizam o gás propano, butano ou metano fácilmente se converteriam ao hidrogénio.
Mediante kits de adaptação, os motores de explosão em circulação, poderiam ser convertidos para funcionar a hidrogénio.
Um motor a hidrogénio não polui, apenas liberta vapor de água.
Uma cidade na qual fossem utilizados apenas estes motores e os motores eléctricos, seria practicamente isenta de poluição atmosférica.
Exemplo disso é a recorrente história do carro a água.
A água é o produto de uma combustão na qual, o oxigénio se combinou com o hidrogénio e foi libertada energia. Para voltar a separá-los é necessário devolver essa energia.
Logo, se não leva uma botija de hidrogénio no carro e faz mesmo lá a dissociação da água em estes dois componentes, está a consumir alguma forma de energia que podia ser utilizada directamente na locomoção e com menos perdas.
Por outro lado, se essa energia for utilizada em um local fixo, decompondo a água em oxigénio e hidrogénio, engarrafando cada qual (ou apenas o H, pois o O2, basta libertá-lo na atmosfera) no estado líquido, em botijas de alta pressão, evita-se ter que fabricar redundâncias de equipamentos e ter que transportá-los nos veículos. Garrafas de hidrogénio líquido já proporcionam uma boa autonomia a um carro e os postos de combustível que já disponibilizam o gás propano, butano ou metano fácilmente se converteriam ao hidrogénio.
Mediante kits de adaptação, os motores de explosão em circulação, poderiam ser convertidos para funcionar a hidrogénio.
Um motor a hidrogénio não polui, apenas liberta vapor de água.
Uma cidade na qual fossem utilizados apenas estes motores e os motores eléctricos, seria practicamente isenta de poluição atmosférica.
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