terça-feira, 3 de março de 2009

Energia do nada?

Estão sempre a aparecer gajos a querer atraír atenções com "milagres" e isso só serve para confundir e alienar a opinião pública das energias verdadeiramente alternativas.
Exemplo disso é a recorrente história do carro a água.
A água é o produto de uma combustão na qual, o oxigénio se combinou com o hidrogénio e foi libertada energia. Para voltar a separá-los é necessário devolver essa energia.
Logo, se não leva uma botija de hidrogénio no carro e faz mesmo lá a dissociação da água em estes dois componentes, está a consumir alguma forma de energia que podia ser utilizada directamente na locomoção e com menos perdas.
Por outro lado, se essa energia for utilizada em um local fixo, decompondo a água em oxigénio e hidrogénio, engarrafando cada qual (ou apenas o H, pois o O2, basta libertá-lo na atmosfera) no estado líquido, em botijas de alta pressão, evita-se ter que fabricar redundâncias de equipamentos e ter que transportá-los nos veículos. Garrafas de hidrogénio líquido já proporcionam uma boa autonomia a um carro e os postos de combustível que já disponibilizam o gás propano, butano ou metano fácilmente se converteriam ao hidrogénio.
Mediante kits de adaptação, os motores de explosão em circulação, poderiam ser convertidos para funcionar a hidrogénio.
Um motor a hidrogénio não polui, apenas liberta vapor de água.
Uma cidade na qual fossem utilizados apenas estes motores e os motores eléctricos, seria practicamente isenta de poluição atmosférica.

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